isso sempre foi uma coisa errada de se fazer, ela aida era nova de mais, não tão pura somente nova, seu rosto angelical encantava seu corpo branco e novo exalava pecado.
Sua voz mansa seu gemido meigo rasgavam o silêncio funebre da noite, ele já não podia mais parar todas as vezes acabara se tornando a ultima,
ancantadoramente jovial, vinha por meio de minhas experiencias procurar diversão.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Sempre se orgulhou de explicar tudo, e de em tudo dizer que a suas atitudes valiam-se somente de sua consiencia, para todas as noticias ele tinha sua opinião para todas as penas sua sentença, tinha um certo dom para o trovadorismo, munido sempre de bebidas o seu cavalerismo olhos brilhando o coração como seu refen totalmente controlado sim ele tinha uma aljava de rosas vermelhas para o dia seguinte pra caracterizar o seu romantismo, se achava as vezes um principe daqueles que chegam em um cavalo branco, um vanpiro desses que só se vêem em filmes, um ladrão conquistador daqueles que só se contentam com os bancos,
nem sempre tudo corria ao seu favor, quase nunca demosntrava preocupação sua velha jaqueta seu cotuno um copo de rum e a sua guitarra na mão os seus acordes dominantes demonstravam o todo o dom fazendo de seu instrumento e sua extenção sua voz seu tom transformava o publico em um brinquedo de estimação.
Sobre um instrumento de dez cordas, e sobre o saltério; sobre a harpa com som solene, sonele canção funebre de seu próprio mar de velas em um humilde cemitério.
nem sempre tudo corria ao seu favor, quase nunca demosntrava preocupação sua velha jaqueta seu cotuno um copo de rum e a sua guitarra na mão os seus acordes dominantes demonstravam o todo o dom fazendo de seu instrumento e sua extenção sua voz seu tom transformava o publico em um brinquedo de estimação.
Eles não conhecem, nem entendem; andam em trevas; todos os fundamentos da terra vacilam, abrem o seu peito abrem os seus lares abrigam seus inimigos em sua própria cama oferecem a eles o poder ao som de pecado, se deliciam com as atitudes insanas.
Sobre um instrumento de dez cordas, e sobre o saltério; sobre a harpa com som solene, sonele canção funebre de seu próprio mar de velas em um humilde cemitério.
Sabendo que pode ser tarde de mais o antigo herói teme olhar para trás, o salário do pecado é a morte ele já não se sentia mias com tanta sorte, compreendia seu destino bebia com a morte, conpunha sua canção de despedida deitando sua alma no colo de quem condiziu a sua vida.
Sobre um instrumento de dez cordas, e sobre o saltério; sobre a harpa com som solene, sonele canção funebre de seu próprio mar de velas em um humilde cemitério.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
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